Atraso nas linhas de transmissão ainda são impedimento para desenvolver energia eólica

 Apesar de representar mais de seis mil gigawatts (GW) da potência instalada do País, com uma participação de 4,4% na matriz elétrica brasileira, a energia eólica ainda enfrenta um grande desafio: a expansão das linhas de transmissão.

Para poder interligar os parques e gerar energia elétrica no prazo necessário a linhas de transmissão têm, que acompanhar o crescimento dos parques eólicos. Sem elas, o empreendimentos ficam parados causando prejuízo tanto para os investidores, quanto para a população.

Segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), caso se conte as usinas de hoje aptas a operar, mas que não estão conectadas com linhas de transmissão, e os parques que ainda estão em testes, mas não são contabilizados pela Aneel, a capacidade instalada da fonte aumenta para 7 GW.

A partir de 2014 esse problema começou a receber atenção, o que fez com que os antigos parques eólicos passassem a ter as suas linhas de transmissão, que ainda assim não conseguiram acompanhar a instalação dos novos parques que estão entrando e para os que serão contratados através dos leilões de energia.

Para evitar que o problema cresça ainda mais, a Aneel determinou que, para participar do leilão, o empreendimento eólico agora é obrigado a ter como escoar a energia elétrica, o que acrescenta mais um entrave no interesse dos investidores em construir novas usinas eólicas.

 

Fonte: Ambiente Energia

 

Logo Pet 2