Google registra patente de óculos de realidade aumentada

Google mostrou protótipo de óculos do futuro, que usa realidade aumentada e pode acessar a web. Foto: Divulgação

Google mostrou protótipo de óculos do futuro, que usa realidade aumentada e pode acessar a web

A gigante de buscas Google patenteou a tecnologia por trás de seus óculos de realidade aumentada, conhecido como Project Glass. Três patentes de um “dispositivo de exibição” para usar no rosto, com características dos muito falados óculos futuristas foram submetidos a autoridades no último outono (no Hemisfério Norte).

As patentes fazem referência a funções como a exibição de dados diante dos olhos do utilizador e reprodução de áudio. Em abril, o Google revelou detalhes de sua pesquisa sobre os óculos e mostrou um vídeo de demonstração do protótipo.

As patentes mostram imagens de diferentes versões de óculos de realidade aumentada, alguns com lentes e outros sem. O Google está trabalhando no projeto em seu laboratório de pesquisa, o Google X. Os protótipos estão sendo testados atualmente por executivos da empresa, incluindo Sergey Brin, co-fundador da empresa, e Gundotra Vic, executivo encarregado de redes sociais.

O vídeo demonstrou uma simulação da visão dos óculos equipados com um microfone e uma pequena tela transparente sobre o olho direito do usuário. Além de exibirem informações sobre os arredores, os óculos possibilitariam a comunicação com outras pessoas, navegar na web, ouvir música e tirar fotos também.

Tecnologia semelhante
Há outras empresas que pesquisam os óculos de realidade aumentada. Por exemplo, a empresa californiana Oakley desenvolve óculos destinados a atletas. Um número de empresas tentou ser pioneiro do conceito, mas não foram muito longe porque, segundo analistas, as suas versões exigiam que os usuários carregassem uma bateria separada.

“Há grandes oportunidades para a publicidade personalizada com os sistemas de realidade aumentada – especialmente se eles têm embutido o rastreio de localização GPS,” disse Chris Green. “As oportunidades de monetização seriam enormes – mas ainda há grandes questões envolvidas, com a diminuição física do aparelho e fazer com que o computador que recebe e processa os dados seja realmente portátil.”

Fonte: Terra

1008jia2001